DIY #5 - Personalized Baskets

Pour ce cinquième do it yourself, je partage avec vous un projet qu'on fait à chaque fois qu'on trouve un panier en osier pour notre maison. Un travail simple à réaliser et qui apporte une touche personnalisé et charmante a notre deco.

Matériel:
- Panier en osier
- Image imprimée
- Primaire et peinture à base d'eau
- Pinceaux et/ou rouleaux
- Ciseau
- Ruban adhésif

***
Neste quinto do it yourself, partilho convosco um projeto que fazemos de cada vez que encontramos um cesto bonito para a nossa casa. Um trabalho simples de realizar e que dá sempre um toque personalizado e charmoso à nossa decoração.

Material:
- Cesto (verga)
- Imagem imprimida
- Primário e tinta à base de água
- Pincéis e/ou rolos

- Tesoura
- Fita-cola

Esta merda dos Regimes Alimentares! #3


Esta é talvez a minha "aventura" mais difícil de vos contar. E porquê? Porque mesmo depois de ter passado muito mal com a ultima medicação para emagrecer como vos contei aqui, ainda me fui meter nestas andanças. Pior, já era adulta, dona da minha vida e Mãe!
Lembro-me de me encantar com tudo o que fui lendo na internet, os testemunhos na página da clinica, as fotos (como se não fossem todas as clinicas assim...). Cheguei a casa e marquei uma consulta, sem contar a quem quer que fosse. Foi tudo muito rápido. No dia anterior à consulta confessei ao marido a minha decisão, e foi aí que aquele que sempre me apoiou se transformou por completo. Disse-me que não apoiava, que eu era maluca, que isto e aquilo. Disse-me tudo o que sabia e o que já tinha ouvido sobre a clinica em questão. Mas todas nós sabemos que quando uma ideia nos entra na cabeça, já nada há a fazer.
Depois do trabalho, ele levou-me à clinica, no trajeto a única coisa que dizia era para eu parar com esta loucura, o seu discurso em nada mudou apesar de eu o ter enchido com os meus argumentos que pouca validade tinham pois nem eu sabia do que estava a falar.
Uma torre de apartamentos à minha frente, entrámos (sim, que ele não apoiou nunca esta minha consulta mas também nunca me deixou sozinha). Esperámos na sala, ouvi o meu nome e lá fui eu. Um doutor que não aquele que dá o nome à clinica atendeu-me. Perguntou porque é que eu estava ali, apontei-lhe para o meu corpo e perguntei "Não se vê?". Ele riu-se. Perguntas comuns num questionário de saúde, antecedentes, medicação tomada etc...
Disse-me no fim daquele questionário que eu teria de ir buscar uma medicação que ele me iria passar a uma farmácia especifica, ali para os lados do Martim Moniz. Menos de 20 minutos. Sem análises a fazer e uns quantos comprimidos a ir buscar. Hoje penso nisto, na altura só olhava para o objetivo final.
O marido quase arrancava o coração quando me tentava fazer esquecer aquilo que eu estava a fazer, mas fui buscar os medicamentos na mesma, frascos de plástico com uma etiqueta feita no local, sem nome, sem os componentes. Nada. Era apenas tomar e confiar. Mas confiar em quê? Em quem? Nunca sequer pensei nisto e isso, isso é que me dá vontade de esbofetear não eles, mas a mim própria.

Duas semanas, quase duas semana a comprimidos, água e muito pouca comida. Estava a almoçar no refeitório do meu local de trabalho, uma mesa corrida onde estávamos mais de dez pessoas. Sentia-me cheia de calor, transpirava e as coisas "bailavam" num vai e vem à minha volta. Ouvi um "Ana, estás bem? Estás tão branca e a transpirar". Não estava. Chamaram um dos chefes, que se debruçou e me disse "Ana, tens de ir agora ao médico". Mais uma vez, liguei ao marido, foi buscar-me e uns minutos depois ali estava eu sentada no antigo British Hospital em Campo de Ourique.
A enfermeira veio buscar-me, aquele Doutor com mais de 60 anos, olhou por mim. Já passava das 12h quando começou a busca do meu "problema". Análises com resultados urgentes, uma endoscopia com sedação, ecografias a tudo o que possam imaginar. Chamada por uma gastroenterologista. Passava das 21h quando aqueles dois médicos olham para mim e me dizem, "tem de ser operada, vai amanhã de manhã falar com quem a irá operar". A gastroenterologista mostrava o seu descontentamento para com os procedimentos daquela clinica, tentava ensinar-me aquilo que eu já sabia, mas não queria ouvir naquele momento.
Aquela noite já com antibióticos passei-a em branco. No dia seguinte, numa sexta-feira, ouço do cirurgião, "tem uma bomba-relógio dentro de si, não a posso operar já". A vesícula estava infetada, tinha bílis no estômago, não podia ser operada naquelas condições com risco de correr mal e... pois. (Não confundir a retirada da vesícula como algo de perigoso quando associada a pedras devido a colesterol elevado, coisa que nunca tive. E neste caso nem sequer era esse o "perigo", era sim a infeção que para o caso de rebentar poderia ser fatal.)
Tomar antibiótico durante o fim-de-semana, segunda-feira estaria na clinica. E assim foi. Fui operada, retiraram a vesícula e fizeram umas biópsias a "corpos estranhos" no estômago.
Saí dali no dia seguinte com a certeza de que NUNCA mais ingeria medicamentos para emagrecer por muito que me dissessem que eram "bons" e "funcionava".
Ainda hoje, sou uma "viciada" em endoscopias para controlar as sequelas daquela aventura.


Mas aprendi, assim, da pior das formas, que o caminho para o emagrecimento não poderia passar por loucuras nem seria algo que eu obteria com medicamentos "milagrosos" como nos vendem por aí.

Para a próxima falo-vos do balão intragástrico... sim, sim, aqueles balões no estômago que deixaram de ser utilizados em vários países mas que ainda encontramos "disponiveis" em outros.

Friendship


Il y a des jours où je voulais juste rester en pyjama et laisser passer les heures sans que le stress de tous les jours commande mes pas. Nous avons tous des moments, jours, moins bien, quand quelque chose nous dérange, nous ronge l'âme, mais c’est à nous d’arrêter ce sentiment qui nos déstabilise et de nous mettre sur le chemin de l’équilibre.
Même si j’avais envie de rester sur le canapé, j’ai des amis qui me rappellent chaque jour combien il est essentiel d’être équilibrée dans ma vie comme pour ceux qui m’entourent. Ce fut alors que je me suis habillée et je suis allée déjeuner avec mes copines, T. et C. deux personnes qui habitent à une heure de route de chez moi, ce qui n’est pas exactement à côté et donc je ne les vois pas tous les jours et on se parle pas tous les jours non plus, mais ce sont des filles très importantes pour moi. Ce sont deux personnes qui me font sentir bien dans ce pays, deux personnes qui me font sourire à la vie grâce à leur bon cœur, deux filles qui ont le rire facile et qui me passent de l’énergie positive rien qu’en me prenant dans leurs bras. On a déjà passé des heures à parler, danser, à simplement profiter de la présence de l’autre. Nous sommes trois vraies amies, il n’y a pas de principale ou secondaire, il n'y a pas de jalousie même quand on se rencontre séparément, il n'y a pas de concurrence, rien. C’est une amitié pure, simple et même si on n’est pas d’accord sur certains sujets on se respectera toujours comme de vraies amies qu’on est.
Nous sommes tellement pareilles dans nos différences que ça nous enrichit plus que tout.

Mais, passons aux vêtements choisis pour notre déjeuner entre amies. Rien de mieux qu'une tenue simple, confortable avec des couleurs joyeuses pour égayer l'esprit.
Un jean gris avec «déchiré», une jolie blouse corail toute simple et mon trench que j’adore grâce à ces détails qui apportent une touche classe à ma tenue. Pour les chaussures, j’ai décidé de sortir de mon armoire mes chaussures plates argentées car il ne pleuvait pas et dès que je vois des rayons de soleil je profite immédiatement.
Pour cette tenue je n’ai pas beaucoup d’accessoires, les perles roses aux oreilles, une écharpe dans les mêmes couleurs des vêtements choisis et un petit sac trouvé dans un magasin de seconde-main (qui me connaît sait que je suis une fanatique de ces magasins!).


Et j’espère de tout mon cœur que la simplicité de cet ensemble vous fera sentir la paix qui m'a envahi et m’a ramené sur le chemin de l’équilibre dont j’ai tellement besoin.

***

Existem dias em que apenas queríamos ficar de pijama e deixar as horas correr sem que a pressa nos comande. Todos nós temos momentos, dias, menos animados, em que algo nos incomoda, rói a alma, mas cabe-nos a nós por um ponto final e contrariar esses sentimentos que só nos destabilizam e nos trazem desequilíbrio.
Por isso, por muita vontade que eu tivesse em ficar aninhada no sofá, tenho amigos que me relembram todos os dias o quanto é essencial o meu equilíbrio, na minha vida e na dos que me rodeiam. Foi então que me vesti e fui almoçar com amigas minhas, a T. e a C. duas pessoas que vivem a uma hora de carro, que não estão propriamente perto de mim e que por isso não as vejo todos os dias e nem todos os dias falamos, mas são especiais. São duas pessoas que me fazem sentir bem neste país, são duas pessoas que me contagiam pelo bom coração que têm, pela gargalhada fácil e pelo abraço que energiza qualquer pessoa. Já passámos horas a conversar, a dançar, a simplesmente aproveitar a companhia umas das outras. Somos três verdadeiras amigas, nenhuma é a principal ou secundária, não existe ciúme se nos encontramos separadamente, não existe competição, nada mesmo.
Somos tão iguais nas nossas diferenças e é isso que nos une.

Mas passando à roupa escolhida para o nosso almoço, nada melhor que uma roupa simples, confortável e alegre para animar até o espirito.
Umas calças de ganga cinzentas com alguns "rasgões", uma blusa coral super simples e o meu trench que adoro pelos seus pormenores que lhe dão um toque tão classe. Para os sapatos decidi tirar do armário uns prateados abertos pois não chovia e eu sou assim não posso ver uns raios de sol que acho logo que está na hora de brindar o sol.
Acessórios são poucos, uns brincos pérola rosados, um lenço com padrão nas cores da roupa escolhida e uma mala que encontrei numa loja de coisinhas em segunda-mão (quem me conhece sabe que sou uma fanática por estas lojas!).


E espero de coração que na simplicidade deste conjunto sintam a paz que me invadiu e me trouxe de volta o equilíbrio que me é necessário.












Trench: H&M
Blouse et Jeans: Primark
Chaussures/ Sapatos: Zara
Écharpe: Dosenbach/ Deichmann
Sac/ Mala: Magasin seconde main/ Loja segunda-mão

DIY #4 - Queen Chair


Même en étant une Femme qui n'utilise pas beaucoup de maquillage, j'ai toujours voulu avoir un petit coin féminin et romantique dans ma chambre pour les moments où je prends soin de moi.

Cette chaise, est aujourd'hui une des pièces de ce petit coin où j'aime bien me préparer pour une nouvelle journée.

C'était une chaise destinée à la poubelle même s'elle était en bon étatDu bois très foncé, recouverte d'un velours vert sec un peu déchiré sur le côté et un des pieds cassés.

***
Apesar de ser uma Mulher que usa pouca maquilhagem, sempre desejei um cantinho mais romântico e feminino no meu quarto para aqueles momentos em que me dedico a cuidar de mim,

Esta cadeira, faz hoje em dia parte desse meu canto onde gosto de me preparar calmamente para desfrutar de mais um dia.
Era uma cadeira que iria parar ao caixote do lixo apesar de estar em boas condições. De madeira escura, coberta de um veludo verde seco, já um bocadinho rasgado de lado e um dos pés partidos, era este o seu estado!

Be Thankful


Quem segue a página do blog no Facebook sabe que desabafei sobre esta minha hesitação em escrever sobre a visão dos meus filhos em relação aquilo que a sociedade teima em chamar de "diferente".
Hesitei mesmo, hesitei sobretudo porque não quero que percam a noção de que este blog é um canto que quero sobretudo de energia positiva, de aceitação (independentemente do tamanho do nosso corpo, e nisto, obrigada Joana pelas palavras que vais partilhando quando mencionas o bem que esta minha partilha te faz mesmo tu não sendo do meu tamanho, sim, que acima de tudo somos gente!) e também de dicas de moda porque podemos sim estar a aprender a gostar de nós e andarmos muito bem vestidas!

Toda esta vontade em escrever-vos sobre este assunto nasceu quando três amigas minhas me notificaram no facebook para partilhar umas fotos que me deixam feliz como Mãe.
E olhei para todas as fotos, e sorri. Sorri porque acima de tudo aquilo que me deixava feliz eram os sorrisos, os olhares daqueles três miúdos a quem eu tenho a sorte de chamar "filhos".
Não podia resumir a minha felicidade em tê-los na minha vida apenas com fotos. Não conseguiria.
Aquilo que me orgulha em ser Mãe deles é a essência destes seres, o amor que têm à vida, a capacidade que têm em amar e aproveitar as coisas simples que a vida lhes vai mostrando.

Há uns tempos partilhei no facebook uma situação que o meu filho mais velho, hoje de 11 anos, viveu em relação às diferenças físicas da... Mãe.
Chateou-se com um menino aqui da vila onde vivemos enquanto jogavam à bola. Vieram para casa depois de um jogo de futebol e o meu filho do meio disse ao chegar "Mãe, o T. chateou-se com o M.". Perguntei porquê e o T. responde-me com uma enorme naturalidade "Porque ele não sabe o que é respeito".
Engoli em seco e tentei que me explicasse mais. E foi então que me diz "Mãe estavamos a jogar à bola e eu disse que não queria ficar mais na equipa dele porque ele só sabia bater sem passar a bola, e ele como não gostou disse que eu era parvo e que a minha Mãe era gorda". Fez-se silêncio, juro que tive uma enorme vontade de chorar, mas ele nem me deixou mais abrir a boca pois disse de seguida "Mãe eu disse-lhe sim, a minha Mãe é gorda, linda e inteligente e que ele precisava engordar o cérebro". Pronto, não me contive e sim, as lágrimas caíram porque não foi o "gorda" que me incomodou, não nada disso, foi o meu filho aceitar que sim, a Mãe é gorda e que em nada isso me tira valor ou é ofensivo. Um orgulho do tamanho do mundo encheu nesse dia o meu coração e deu-me a certeza que o ter sempre tomado a palavra "gorda" como uma palavra normal fez com que estas crianças não se deixem ofender por crianças que infelizmente continuam a ser educadas no preconceito.

Os meus filhos conheceram um casal homossexual nosso amigo. Quando os apresentei disse o M. é namorado do D. Eles disseram olá e continuaram a vidinha deles.
Perante esta situação provavelmente o espanto nasceria na cara de algumas crianças. Os meus agem normal porque sabem que tudo é diferente de ser humano para ser humano. Que todos somos seres independentes e diferentes. De escolhas únicas que desenham os nossos dias.

Os meus filhos sabem que na vida podem ser tudo o que quiserem desde que não se ponham nem a eles nem aos outros em perigo. Os meus filhos têm dicionários e sabem a definição de independente, respeito e amor. Os meus filhos dizem com todas as letras que não trocariam esta família por nada no mundo. Os meus filhos são assim, muito, tanto amor em "frasquinhos pequenos, gigantes".

Pronto, é isto. Não tenho orgulho em ser gorda, linda, feia, alta, baixa... afinal isso são SÓ características físicas. O que me deixa orgulhosa é ser A Mãe deles. Eles escolheram-me e eu serei sempre, eternamente, grata por ter sido a eleita.

French Curves Challenge: Faux Fur


Et comme tous les 16 de chaque mois nous voilà !!!
"Nous" qui ?! Les bloggeuses francophones du French Curves Challenge bien sûr ! C’est Gaëlle qui a eu l'idée de ce challenge avec des thèmes différents tous les mois et où chacune de nous présente son style. Ce mois-ci elle nous a proposé "la fausse fourrure".
Je ne suis pas une grande fan de la fausse fourrure, je ne sais pas pourquoi mais il n’y a que l’année passée que je me suis dit "pourquoi pas?!". Mais il faut dire que je n’ai que deux pièces en fausse fourrure, une c’est ce manteau que je vous ai montré ici et l’autre est ce gilet en maille derrière et en fausse fourrure sur le devant ainsi que sur le col.
Quand j’ai reçu le thème j’ai pensé directement à une tenue inspirée des années 70 avec une capeline et ce gilet. En regardant ma garde-robe j’ai finalement dessiné cet ensemble.
Une blouse fluide avec des détails sur le décolleté et sur le dos, des jeans bootcut taille-haute avec des grands boutons sur les poches que j’adore et des bottes à talon haut car je ne porte ce genre de pantalons qu’avec des talons !
Pour les accessoires, un chapeau fedora belge avec ces détails en brun foncé et blanc et ces lunettes de soleil qui me font voyager dans le temps grâce à leur format rond. Une montre et un collier dorée pour le côté féminin ainsi que mon sac que j’associe toujours à un air bohème.

Le challenge se passe aussi sur la page facebook FrenchCurves ainsi que sur Instagram avec le hashtag #FrenchCurves.
Montrez-nous vos tenues inspirées sur le thème de ce mois-ci "la fausse fourrure".


E como a cada dia 16 cá estamos nós!!!
"Nós"quem?! As bloggers francófonas do French Curves Challenge claro! Foi a Gaëlle que teve a ideia deste challenge com temas diferentes todos os meses e em que cada uma de nós o interpreta ao seu estilo. E este mês ela propôs “pêlo sintético».
Confesso que não sou uma grande fã de pelo sintético, não me perguntem porquê, mas só o ano passado é que me disse "e porque não?!". Mas tenho que vos dizer que no meu guarda-roupa apenas existem duas peças neste material, uma delas é o .que vos mostrei aqui e a outra é este colete em malha na parte de trás e em pelo sintético na frente e no colarinho.
Quando recebi o tema pensei imediatamente a um look inspirado nos anos 70 com uma capeline e este colete. Foi ao olhar para o meu guarda-roupa que desenhei este conjunto.
Uma blusa fluida com detalhes delicados no decote e nas costas, uns jeans bootcut cintura subida com botões grandes nos bolsos como eu adoro e umas botas de salto alto pois só visto este tipo de calças com sapatos/botas de salto!
Para os acessórios, um chapéu fedora bege com detalhes castanhos escuros e brancos e estes óculos de sol que me fazem viajar no tempo graças ao seu formato redondo. Um relógio e um fio dourado para dar um toque feminino assim como a escolha da mala que associo sempre a um toque mais boémio.

O challenge também está ativo para vocês na pagina do facebook FrenchCurves assim como no Instagram com a hashtag #FrenchCurves.
Não hesitem em mostrar-nos como este tema "pêlo sintético" vos inspira!










Gilet/ Colete: C&A
Jeans: C&A
Blouse/ Blusa: H&M
Bottes/ Botas: Primark
Fedora: Primark
Sac/ Mala: Dosenbach/ Deichmann

DIY #3 - Jewellery#2

Après avoir partagé avec vous, la semaine passée, le project du support pour les colliers je vous ai promis une publication avec toutes les étapes pour faire un support pour les bracelets. Et le voici!

***
Depois de ter partilhado convosco, a semana passada, o projeto do suporte para pendurar os fios prometi fazer um segundo post com uma solução para as pulseiras. E aqui está ele!



Self-Love


Visto estarmos em plena semana do amor achei que seria uma excelente ideia falar-vos de algo que me é muito importante, que foi uma das minhas maiores conquistas e que acho honestamente que todos necessitamos, mas que muitas vezes perdemos pelo caminho, o amor-próprio.
É esse tal de amor-próprio, aquela coisa bonita que toda a gente devia ter, mas que infelizmente nem todos o conseguimos encontrar e fazer evoluir connosco.
Como já vos contei em alguns dos meus textos foi coisa que perdi desde muito cedo… ou será que nem nunca o desenvolvi?
Muito desta falha “humana” esteve sempre ligada diretamente a um físico que nunca foi “normal” e que foi realçada ao longo dos anos graças a terceiros que faziam questão de o lembrar usando as piores palavras que alguém poderia ouvir.
Sendo eu Mãe hoje em dia dou-me conta da importância das palavras nestas tenras idades, dou-me conta o quanto uma palavra pode ser destruidora ou reconfortante.
Muitas vezes me perguntam que fiz eu para chegar “aqui”. Suponho que o “aqui” seja a palavra que resume “como fizeste para te amares?”. E podia simplificar tudo e responder “aceitei-me”. Mas será assim tão fácil? Como todos sabem, não foi, não é.
Foram anos a resumir-me a um corpo, e como nunca amei este corpo foi “natural” crescer vazia, sem valor. As palavras podem mesmo fazer com que acredites que não vales nada, acreditares que não passas de um corpo vazio e só.
E como por um ponto final nesta ideia? Nesta pessoa que nem ela sabe quem é?
Nem mesmo quando os outros acreditam nas tuas capacidades tu as consegues ver, porque infelizmente já passaste anos a acreditar que não valias nada.
Não foi num dia, foram em vários meses, anos que aprendi a ser gente, a ver quem realmente era para além de um corpo, para além das palavras que alguém teimou em fazer com que decorasse.
Um dos exercícios mais importantes foi perceber onde parei “de ser gente”, ir lá atrás buscar aquela criança e reconstruí-la. Fazer com que crescesse aos poucos até reencontrar a Ana adulta.
Lembro-me que um dia, numa das minhas sessões de hipnoterapia dei a mão à Ana pequenina, lembro-me que nesse dia “acordei” daquela sessão com uma filha. Uma filha, de uns 6 anos de idade, cheia de feridas que por mais estranho que pareça estavam ali visíveis como se aquela minha dor interna se traduzisse por uns “riscos” na pele da minha nova “filha”. Foi “ela” que me acompanhou durante os anos em que me dediquei a mim, foi “ela” que foi crescendo comigo, até que, quase dois anos depois “ela” se tornou adolescente, com feridas ainda visíveis, mas muito mais serena, capacitada de que era gente, e nesse dia sentei-me frente a um espelho e conversei com “ela”, durante horas. Chorei com “ela”, ouvi os seus gritos de dor, os seus “se” e as suas questões sem resposta. Abracei-me. Pode parecer loucura, mas nesse dia as duas Ana fundiram-se. (Sabem aquela imagem dos desenhos animados do Dragon Ball?! Foi mais ou menos assim (risos)).
Fui Mãe de mim mesma, renasci assim. Continuo a construir-me como pessoa e farei tudo isto até ao fim dos dias. Já não existem feridas, agora são apenas cicatrizes que me relembram o caminho a cada vez que me cruzo com alguém que por qualquer motivo (ou não) me tenta diminuir. Me reduzir a algo ou alguém que não sou.
Foi no dia em que me fundi com a Ana do meu passado que encontrei amor-próprio, que me dei valor pela pessoa que busco ser.
Acreditem que não é de um dia para o outro, mas também de que vale adiar? De que vale esperar para ser feliz quando podem começar a reconstruir uma vida já? Agora?

Nunca deixem que vos minimizem porque algo em vós não lhes agrada. Nunca, nunca mesmo! São essas pessoas que vos roubarão a vida. Amem-se muito. Acima de tudo, pois isso nunca será convencionismo, será apenas uma força única em vós que vos permitirá tomar decisões e assumi-las até ao fim sem que vos façam baixar os braços.
Já fui uma pessoa cheia de dúvidas e inseguranças e isso sim, afastou de mim pessoas que gostavam seriamente de mim, mas a quem eu nem sequer dei a possibilidade de ficar por duvidar de tudo. Normal, até de mim duvidava.

Hoje sei o que é amor-próprio, foi ele que me ensinou qual o caminho para emagrecer. Foi ele que me ensinou que na vida eu posso tudo, que me deu as forças necessárias para tomar decisões e assumi-las sem desistir.

Ganhei a palavra amor-próprio, perdi a “desistir”.

DIY #2 - Jewellery

Depuis l'année dernière, je me suis lancée à la recherche de solutions pour ranger tous les bijoux que j’accumule, même si j’ai trouvé quelques solutions à vrai dire je n’ai jamais trouvé LA solution. Je ne sais pas si « accumuler » est le bon verbe car mes accessoires ne sont pas là pour décorer. Je mets tout et très souvent.
Après avoir fait quelques recherches, je me suis décidée par la solution avec laquelle je m’identifie le plus. Avec une bonne visibilité des accessoires et avec une certaine facilité à exécuter, point très important pour une passionnée de bricolage comme moi. C’est alors que je me suis dit que ça serait un excellent pas-a-pas pour partager avec vous.
Commençons alors avec le support pour les colliers:

- 2 morceaux de bois avec 4 cm d'épaisseur et de 50 cm de long (au choix)
- Crochets ouverts dorés (j’ai utilisé 20 pour chaque support)
- Papier pour ponçage du bois
- Crayon et règle
- Vernis foncé et un pinceau (pour le bois)
- Clous en acier à tête dorée et fixations dorées

***
Desde o ano passado que dei por mim em busca de soluções para arrumar toda a bijuteria que vou acumulando, e se encontrei algumas a verdade é que nenhuma foi A ideal. Não sei se a palavra certa será acumular porque nada do que tenho fica ali sem ser usado. Uso tudo e uso muito.
Depois de fazer algumas pesquisas decidi-me pela solução com que mais me identifico, pela visibilidade e facilidade em executar, pois uma apaixonada por diy como sou não perco uma oportunidade. Foi então que meti mãos à obra e partilho convosco todos os passos para que possam fazê-lo também.

Comecemos pelo suporte para fios. Para isso vão precisar de:
- 2 madeiras com 4cm de espessura e 50cm de comprimento (ou à vossa escolha)
- Camarões abertos dourados (usei 20 para cada suporte)
- Lixa para madeira
- Lápis e metro
- Verniz escuro e pincel/trincha
- Pregos de aço com cabeça dourada e fixações douradas


Valentine's Day #2 - Romantic


Parce qu’on n’est pas toutes fans du rouge passion pour la Saint-Valentin je me suis dit que ça serait bien de partager avec vous mon côté plus romantique. Un côté plus délicat et où la délicatesse des détails et les couleurs pastel seraient le point principal.
C’est donc sur une base blanche mais pleine de détails que j’ai commencé à construire cette tenue romantique, que ce soit les pantalons taille haute ou le décolleté travaillé sur mon t-shirt.
Comme on est en plein hiver un manteau rose pâle avec les plus belles manches que j’ai dans ma garde-robe, est venu terminer l’ensemble et apporter le rose comme deuxième couleur, que j’ai complémenter avec des chaussures à talon super confortables.
Pour les accessoires, rien de mieux que ces merveilleuses boucles-d ’oreilles pour apporter la touche clase et féminine ainsi que cette bague en forme de cœur. Pour ne pas oublier le rose et pour apporter un peu de peps à la tenue j’ai pris ma pochette enveloppe rose que j’adore grâce à sa simplicité.

Prêtes pour une balade romantique?

***

Porque nem todas gostamos do vermelho paixão para o dia de S. Valentim achei que seria boa ideia partilhar convosco este meu lado mais romântico. Um lado mais delicado e focado na delicadeza dos detalhes e de cores suaves.
Para isso achei por bem construir o meu outfit romântico com base branca mas cheia de detalhes, tanto nas calças de cintura subida como no decote trabalhado da minha t-shirt.
Como estamos em pleno inverno o casaco rosa pálido com as mangas mais maravilhosas que tenho no meu armário, veio terminar o conjunto e adicionar o rosa como segunda cor, que complementei com uns sapatos de salto médio, mas super confortáveis.
Para os acessórios, nada melhor que estes brincos maravilhosos para acrescentar o toque classe e feminino assim como este anel em forma de coração. Para não esquecer o cor-de-rosa e trazer um toque mais alegre ao conjunto acrescentei a minha pochette envelope que adoro pela simplicidade.

Prontas para um passeio romântico?









Manteau/ Casaco: H&M
Tshirt: H&M
Jeans: Otto's
Chaussures/ Sapatos: Primark
Pochette: H&M
Boucles-d'oreilles/ Brincos: H&M

Valentines Day


Parce qu’on sent de plus en plus sur le blog la proximité de la Saint Valentin, je pense qu'il est aussi important de partager avec vous une table romantique pour vous inspirer même si vous restez à la maison. Avec trois enfants et aussi parce que la Saint Valentin n’est pas toujours le dimanche, je tiens à préparer des repas et des tables romantiques à la maison.
Non, je ne partage pas avec vous les tables dans les images prises sur Google ou Pinterest. Je vous montre une table avec des petites attentions faite et décorée à la maison.
Rien de plus simple, un ensemble d’assiettes avec un design romantique en blanc et gris. Des pétales de rose blanches et rouges et une tasse rouge avec des fraises. Ne me demandez pas pourquoi, mais j’ai toujours associé ce fruit à l'amour, à la sensualité (rires).
Des bougies et des fleurs créent automatiquement une ambiance plus intime, romantique, délicate.
Un cœur suspendu qui fait partie de la décoration de tous les jours de la maison a été fixé sur la lampe et je trouve qu’il a donné la petite touche finale marquant ce jour de l’amour.

***

Porque aqui no blog se faz sentir a proximidade do dia de S. Valentim acho importante partilhar convosco também uma inspiração para preparar uma mesa romântica caso fiquem por casa. Com três filhotes e sendo que o dia dos namorados nem sempre calha a um domingo. gosto de preparar umas refeições e mesas mais românticas.
Não, não partilho convosco mesas em imagens retiradas do google ou do pinterest. Mostro-vos uma das mesas com miminhos cá de casa.
Nada de mais simples, um conjunto de pratos com um design romântico em branco e cinzento. Umas pétalas de rosas brancas e vermelhas assim como uma taça de morangos. Não me perguntem porquê mas sempre associei esta fruta ao amor, à sensualidade (risos).
Umas velas e umas flores fazem com que tudo fique logo mais intimista, romântico, delicado.
Um coração que faz parte da decoração geral da casa, ficou neste dia seguro ao candeeiro da mesa e deu assim o toque que eu achei super amoroso.


Vaisselle et bougies / Louça e velas: Ikea
Bougeoirs et cœur / Castiçal e coração: CASA

Valentine's Day #1 - Long red dress!


Comme je vous l’avait promis me voici cette semaine avec mes choix de tenues pour la Saint-Valentin, que ce soit un dîner romantique ou pour une petite promenade, préparez-vous parce que mes propositions seront toutes différentes les unes des autres. En tout cas, j’espère qu’entre toutes les propositions vous trouverez l’inspiration nécessaire pour votre jour de la Saint-Valentin.

Pour ma première proposition j’ai choisi le mariage de couleurs parfait pour une tenue sensuelle. Le rouge et noir ensemble me donnent un air de femme séductrice.
Aujourd’hui, je vous montre ma longue robe rouge, fluide et avec un décolleté que j’aime beaucoup car j’ai toujours associé les épaules dénudées à la sensualité et cette robe a cette touche spéciale. Avec une petite corde sous la poitrine qui me permet de le serrer un peu à ce niveau et à mon goût.
Pour ne pas donner un air trop classique à cette tenue j’ai choisi de mettre ma petite veste noire en similicuir qui apporte un côté plus décontracté.
La touche classique et brillante est présente dû aux accessoires, des boucles-d’oreilles imposantes que j’adore et une pochette en velours avec beaucoup de brillants pour marquer sa présence.
Pour les chaussures, des noires à talon haut avec un petit nœud comme détail, qui apparaît comme une petite touche délicate dans cet ensemble plein de personnalité.
On dîne avec une tenue pleine de classe ce jour de la Saint Valentin ?


Tal como vos tinha prometido cá estou eu nesta primeira semana de fevereiro para partilhar convosco as minhas escolhas para o dia de S. Valentim, seja para um jantar romântico ou para um passeio, por isso preparem-se, pois, todas as propostas serão muito diferentes umas das outras. Em todo o caso, espero que entre todas elas encontrem a inspiração necessária para o vosso dia de S. Valentim.

Para primeira proposta escolhi a conjugação de cores que considero ser a dupla da sensualidade. O vermelho e preto juntos fazem com que me sinta uma verdadeira sedutora.
Para hoje, trago-vos o meu longo vestido vermelho, fluído e com um decote que adoro porque sempre associei os ombros a um forte no que toca a sensualidade e este vestido tem esse toque especial. Com um cordel e berloques abaixo do peito, posso assim cintá-lo ao meu gosto.
Para não lhe dar um ar muito clássico escolhi coordená-lo com o meu casaco preto em similicuir para lhe dar um toque mais descontraído.
O toque clássico e brilho estão nos acessórios, uns brincos vistosos que adoro e uma pochette em veludo e muito brilho num padrão que marca a sua presença.
Para os sapatos, uns pretos de salto alto com um laço como detalhe, que aparece como um miminho delicado num conjunto cheio de personalidade.
Vamos jantar cheias de classe neste dia de S. Valentim?
















Robe/ Vestido: H&M
Veste/ Casaco: C&A
Chaussures/ Sapatos: Dosenbach/ Deichmann
Pochette et Boucles-d'oreilles: H&M
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