Red Dress

"For girls, something that accentuates the curves looks sexy. It can be a dress, it can be jeans, it can be a tank top, who cares!"

Je n’ai jamais été la fille sexy, bien au contraire j’ai toujours été du type garçon-manqué. Je n’ai jamais osé mettre une robe aussi moulante qui montre toutes mes courbes.
Jusqu’au jour où j’ai acheté cette robe. Je ne savais même pas ce que ça allait donner, mais je me suis lancée.  Au départ j’avais imaginé le porter sans collants parce que je sais qu’avec ces robes on remarque toujours la marque des collants, mais avec le froid qui se fait sentir par ici il serait impossible de ne pas les mettre et donc je me suis décidée à porter des noirs opaques que j’ai « marié » avec des escarpins en vernis pour qu’ils ressortent dans l’ensemble.
Même si j’ai une « relation compliquée » avec mes bras, j’ai décidé cette année que je ne me priverai de rien de tout, donc je mets cette robe sans aucun complexe. Oui, j’ai des gros bras. Oui, j’ai un ventre et estomac gros. Oui, j’ai des hanches et un popotin bien grand, mais et alors ?
Celui-ci est un de mes looks pour ces fêtes de fin-d ’année. Et rouge. Bien rouge comme mon amour pour la vie!


Nunca fui a miúda sexy, muito pelo contrário sempre fui uma maria-rapaz. Nunca sequer ousei vestir um vestido tão justo que me colasse ao corpo e mostrasse assim todas as minhas curvas ao mundo.
Até que chegou o dia em que comprei este vestido. Não sabia sequer como me iria ficar, mas lancei-me. De inicio imaginei-o sem collants porque sei que com estes vestidos a marca dos collants acaba sempre por se ver, mas com o frio que por aqui se faz sentir seria impossível sem eles e por isso optei por uns pretos opacos que "casei" com uns sapatos pretos de verniz para que sobressaíssem no conjunto.
Apesar de eu ter um "caso complicado" com os meus braços, decidi que este ano não me privaria de nada por isso uso este vestido sem qualquer complexo. Sim, tenho os braços gordos. Sim, tenho barriga e estômago gordos. Sim, tenho umas ancas e um rabo grandes, mas e então?
Este é um dos meus looks para estas festas de fim-de-ano. E vermelho. Bem vermelho como a minha paixão pela vida!














Veste/ Casaco: H&M
Robe/ Vestido: Asos
Collants: H&M
Pochette: H&M
Bague/ Anel: Six
Boucles d'oreilles/ Brincos: H&M
Chaussures/ Sapatos: Yendi (Suisse)

Renasce #3



Hoje dei por mim a relembrar uma conversa que tive no inicio deste mês. Uma conversa que me fez reviver imensas coisas. A cada palavra revivi cada momento. A lembrança mexe e remexe até as nossas entranhas, mas mais importante, já não fazem doer de uma maneira insuportável. Melhor, fazem chorar por me lembrar do quanto foi duro o caminho que finalmente ficou no passado. Partilharei convosco a "tal" conversa, quem sabe no inicio do próximo ano.

Mas hoje, hoje venho partilhar convosco aquilo que se encostou a mim durante o dia de hoje... uma das perguntas que pairou no ar "Porque é que custou assim tanto ir para o ginásio pela primeira vez"?

Lembro-me como se fosse hoje. Lembro-me do dia 28 de junho como se fosse hoje. Dirigi-me aquele que seria o meu ginásio. Num tom de voz baixinho e numa postura envergonhada inscrevi-me e dei por mim a comprometer-me comigo e com eles.
Tudo estava a correr lindamente até que chegou o momento em que ouvi "vamos mostrar-te o ginásio". Senti-me tremer, senti um nó na garganta e quase vontade de chorar. Levantei-me, tentei recompor da melhor maneira possível a roupa que eu queria que escondesse o meu corpo. E segui-os. Olhava para o chão a cada passo, pedi ao universo para que ninguém me visse. E assim correu a visita. Eles a tentarem mostrar-me o ginásio, eu a desviar o olhar e fixar-me no chão.

Hoje dou por mim a pensar no que me levava aquele comportamento. Hoje sei por palavras naquele sentimento que me assombrava.
Sei que aquela reação vinha de humilhações anteriores. De medo.
Passei uma infância em que me chamaram mais vezes nomes ofensivos que o meu próprio nome. E sobretudo em frente a outras pessoas. Vezes em que só me apetecia desaparecer dali, não mais pelos nomes que esses já passavam a ser «normais», mas sim pela vergonha, humilhação que senti a cada vez que isso aconteceu.
A partir daí percebi que a cara daqueles que me humilharam passava a aparecer na cara de todas aquelas pessoas que eu cruzava. Achava sempre que mais uma vez me iriam humilhar em público, que iriam comentar "olha a baleia agora vem para o ginásio". Sempre tive medo. Medo que me humilhassem. Mais ainda em adulta. Conseguem imaginar a dor de uma humilhação em frente ao vosso marido ou aos vossos filhos? Ainda hoje essa lembrança me faz pensar no quanto o ser humano pode viver aterrorizado.
Nos primeiros tempos no ginásio tinha uma técnica (quem é gordo sabe que arranjamos sempre mil e uma técnica), retirava as lentes de contacto ou os óculos, assim não via mesmo nada para o caso de alguém estar a olhar para mim.
Mas depois tudo passou e aquele espaço passou a ser a minha segunda casa.

Isto tudo para vos dizer que as palavras têm um poder inacreditável. Aquelas humilhações em público não só destruíram aquela miúda como a fizeram crescer com vergonha, medo, terror em ser atacada novamente apesar dos anos passarem.
Lembrem-se que se um dia decidirem julgar, maltratar alguém verbalmente, não só estão a humilhar a pessoa naquele momento, mas também a criar insegurança, medo de que tudo se volte a repetir. As palavras matam... lentamente.

Passei uma fase da minha vida em que achava que toda a gente na rua gozava com o meu físico, e um dia, em frente a um shopping com a minha amiga M. vi um grupo de adolescentes que riam entre eles mesmo antes de nos cruzarem. Quando passaram, comentei com a M. “eles de certeza que me chamaram gorda”, e ela respondeu "achas mesmo que se o fizessem eu não dizia nada?". Senti-me protegida. Por ela. Pelas palavras dela e era só o que eu precisava naquele momento. Porque as palavras certas também curam um bocadinho. E sim, já era adulta, mas sentia-me sempre uma criança desprotegida com medo da humilhação em público se voltar a repetir.

Hoje a palavra "gorda" não me incomoda mais. Também não me define, porque eu sou muito mais que um corpo gordo.
Já não dou poder aos outros para me humilharem e isso acho que é uma das minhas maiores vitórias. Não mais permitir que os outros me afetem.

E tu? Ainda dás poder aos que te tiram a paz? Dás poder a quem apenas deseja que te sintas mal?
Não dês! Dá o poder às palavras de quem apenas te quer bem. Só!

Birthday Girl


C'était il y a un, tout le monde me disait qu'à 30 ans la vie changeait. J'ai essayé de comprendre pourquoi, mais je n'ai jamais compris pourquoi. Je me sentais toujours la même Femme-enfant, j'ai continué à éloigner toutes les pressions ou exigences de cette société actuelle. Je me sentais toujours une petite fille, comme quand j'avais 20 ans. Et je continue!

Aujourd'hui, aujourd'hui j'arrive à mes 31 ans et je continue à aimer les fous rires, de marcher pieds nus et de m'asseoir par terre.
Je continue à aimer les talons hauts et le rouge à lèvres qui me font devenir une vraie superwoman d'une bande-dessinée.
J'aime rire jusqu'au larmes, j'aime les surprises, de faire des câlins et conquérir de nouveaux amis, des vrais, pures.

Aujourd'hui, je fête mes 31 ans, avec la plus grande certitude de que la vie vaut la peine, j'arrive à 31 ans avec les plus belles personnes qui pourraient marquer mon existence.
Ces personnes qui me laissent pleurer en silence et qui essuient mes larmes en me prenant dans leurs bras, celles qui partagent un repas à ma table, celles qui me font rire jusqu'aux larmes.


Aujourd'hui je fête mes 31 ans, avec la certitude de que mon plus grand amour c'est l'amour pour la vie.
À tous ceux qui font partie de ma vie, un éternel merci!


Foi há um ano atrás que me deparei com a casa dos trinta pela primeira vez... toda a gente me dizia, a vida muda aos 30. Tentei perceber porque diziam isso, e nunca, nunca consegui perceber o porquê. Continuei a sentir-me uma miúda Mulher, continuei a afastar de mim a pressão ou exigências que a sociedade tenta ditar. Continuei a sentir-me criança, tal como quando estava na casa dos 20. E continuo.

Hoje, hoje chego aos 31 anos e continuo a gostar de gargalhadas, de andar de pé descalço e de me sentar no chão.
Continuo a amar um salto alto e um batom vermelho que me faz sentir uma qualquer supermulher de banda-desenhada.
Gosto de rir até às lágrimas, gosto de surpresas, de dar abraços e conquistar amigos, verdadeiros, puros.

Hoje chego aos 31 anos, com todas as certezas de que a vida vale muito a pena, chego aos 31 anos com as melhores pessoas que poderiam marcar a minha existência.
Aquelas pessoas que me deixam chorar em silêncio e me limpam as lágrimas num abraço, aquelas que partilham uma refeição à minha mesa e aquelas que me fazem rir até doer os maxilares.


Hoje chego aos 31 anos, com a certeza de que o meu amor maior é pela vida.
A todos aqueles que fazem parte da minha vida, um eterno obrigado!















Poncho: H&M
Pull/ Camisola: No Name (CH)
Leggings: C&A
Bottes/ Botas: Evans
Montre/Relógio: ONE
Sac/ Mala: C&A

French Curves Challenge: Strass et Paillettes


Nous voilà de retour avec le challenge des French Curves qui se présente le 16 de chaque mois.
Il faut que je vous dise que c'est Gaëlle, cette jolie femme qui a eu l'idée de ce challenge, qui me tient tellement à cœur car c’est grâce à beaucoup d’entre elles que je suis arrivée là. Et je découvre une entre-aide comme jamais. La période des fêtes de fin d'année est arrivée et Gaëlle nous a défié à vous montrer une tenue qui brille pour être en accord avec toutes les fêtes qui arrivent ce mois-ci.

Je dirais que 2015 a été une année de défis, d’aventures. Une année où je me suis jetée sans craintes dans des projets que j’avais gardé pendant des années dans des boîtes imaginaires faites avec la légèreté des nuages. Ces projets m’ont fait croiser des gens merveilleux qui me transmettent une énergie et une force magique chaque jour. Et voilà pourquoi ces fêtes de fin d’année auront un petit goût encore plus spécial que les trente et une autres années que j’ai vécu.

La couleur blanche qui m'a été interdite pendant des années, la couleur que je pensais être permise qu’aux personnes minces, la porter serait un cauchemar pour moi. Parler du blanc serait très difficile pour moi, mais parler d’une combinaison blanche sur mon corps serait impensable! Mais comme la roue de la vie tourne et change, aujourd’hui je vous montre une tenue qui brille, idéale pour ces fêtes de fin d'année.

Il y a déjà quelques mois, que j’étais à la recherche d’un blazer plein de paillettes dorées. J’ai trouvé celui-ci, mais il lui manquait quelque chose à mes yeux et c’est là que j’ai eu l’idée de coudre des épaulettes pour lui donner plus de structure.
Comme j’ai toujours voulu que la pièce principale soit le blazer, j’ai décidé de créer une base neutre avec cette combinaison blanche, oui, tout ce que les gens disent comme interdit pour une ronde, est là en une seule pièce. Pour lui donner un air plus festif j’ai ajouté une ceinture noire avec un détail doré sur le devant. Avec le froid qui se fait déjà sentir dans ma ville, porter des collants était obligatoire et quand je suis tombée sur ces collants noirs aux petits poids dorés, même s’ils sont d’un noir transparent, je les ai pris avec moi sans hésiter.
Quand j’ai pensé à cet ensemble je me suis toujours dit que ça irait bien qu’avec des collants opaques noirs et comme je ne voulais pas laisser tomber mes petits poids dorés, la solution était de porter deux paires de collants. C’est alors que j’ai choisi comme base les collants noirs 70DEN et puis les noirs transparents à petits poids dorés. J’ai obtenu ainsi la tonalité noire que j’avais imaginée.
Des talons en velours noir avec des petits détails en imitation serpent, pour donner une continuité à cette ligne noire qui soit disant allonge notre silhouette. Comme l'ensemble brille déjà grâce au blazer, en plus de la ceinture, j’ai ajouté seulement une bague en forme de cœur et que j’adore ainsi qu’une paire de longues boucles d'oreilles en or avec quelques brillants et avec des petites étoiles.
Un rouge à lèvres rouge a donné la touche colorée à cet ensemble que j’ai toujours imaginé sobre et léger même avec un blazer bien brillant.

Et vous ? Vous aussi vous êtes fans des pièces brillantes pour les fêtes?
N'hésitez pas à aller sur notre page Facebook et partager avec nous votre tenue avec une ou plusieurs pièces qui brillent!

***

Aqui estamos nós de volta com o challenge das French Curves que se apresenta sempre a dia 16 de cada mês.
A mencionar sempre que este maravilhoso challenge foi criado por uma Mulher maravilhosa que é a Gaëlle. Não sei se já vos disse, acredito que sim, mas repito-me vezes sem conta para vos dizer que tenho um carinho muito especial por este grupo pois foi graças a algumas destas Mulheres que eu fui avançando pouco a pouco para chegar aqui.
Chegou a época das festas de fim de ano e nesta época festiva queremos paz, alegria e muito brilho. Por isso a Gaëlle propôs para este mês de dezembro um desafio à altura, partilhar convosco o brilho característico deste momento do ano.

Diria eu que 2015 foi um ano de desafios, de aventuras. Um ano em que sem medos me atirei para projetos que fui guardando durante anos em caixas imaginárias feitas com a leveza das nuvens. Projetos esses que me fizeram cruzar pessoas maravilhosas que me alimentam de energia e força todos os dias.
Aproximo-me do fim deste ano com a certeza de que a vida é leve se lhe olharmos nos olhos e tivermos a certeza de que estamos no caminho certo.
E é por isso que este fim de ano terá um sabor ainda mais especial que todos os outros 31 anos que já passei.

O branco, cor que me foi interdita durante anos a fio, cor que eu achava ser apenas para pessoas esbeltas e que em mim seria um pesadelo. Falar de branco já seria difícil para mim, imaginar um jumpsuit branco no meu corpo seria impensável!
Mas como a vida gira e avança aqui estou eu a mostrar-vos um look cheio de brilho para estas festas de fim-de-ano.

Há já uns meses que procurava um blazer cheio de brilho e dourado. Encontrei este, mas faltava-lhe algo para ir de encontro ao que eu procurava e foi então que lhe cozi umas almofadas nos ombros para o tornar mais estruturado e ao meu gosto.
Como sempre quis que toda a atenção estivesse no casaco brilhante decidi criar uma base neutra com este jumpsuit branco, sim, tudo aquilo que dizem ser interdito a uma gorda estava ali numa peça só. Para lhe dar um ar mais festivo adicionei um cinto preto com detalhe dourado na frente.
Com o frio que por aqui já se vai sentindo usar collants era obrigatório e quando dei de caras com estes pretos sarapintados de dourado brilhante, apesar de serem num tom transparente agarrei-os e nem hesitei em trazê-los comigo. Neste conjunto sempre me imaginei com collants pretos opacos e por isso a solução passou por vestir dois pares. Uns de 70DEN e os sarapintados por cima. Obtive assim o tom de preto.
Uns saltos altos de veludo preto com imitação de pele de cobra na parte de trás completaram esta linha preta que dizem alongar a nossa imagem.
Como o conjunto já brilhava por si só, para além do cinto, como acessórios juntei apenas um anel em forma de coração que adoro e uns brincos dourados longos com uns brilhantes e estrelas.
Um batom vermelho deu o toque mais colorido a um conjunto que imaginei sempre sóbrio e leve apesar do brilho do blazer.

E vocês? Vocês também são adeptas de brilho nesta época festiva?
Não hesitem em visitar a nossa página do Facebook e partilhar connosco o vosso look com uma ou mais peças brilhantes?










Blazer: H&M
Playsuit: Primark
Collants: H&M
Ceinture/ Cinto: H&M
Pochette: H&M
Chaussures/ Sapatos: Primark
Boucles d'oreilles/ Brincos: Cadeau/Prenda

Leggings #2

"Character cannot be developed in ease and quiet. Only through experience of trial and suffering can the soul be strengthened, ambition inspired, and success achieved."

Comme je vous avais déjà dit ici, après le défi qu'une amie m'avait lancé, j'ai préparé quelques tenues avec une pièce clé, les leggings.
J'adore mettre cette pièce avec des bottes hautes et celles-ci sont devenues le choix parfait.
Cette fois-ci j'ai décidé de faire une base neutre, totalement noire pour laisser place aux pièces principales de cet ensemble. Tout a commencé avec ce long gilet qui peut faire peur à quelques-unes d'entre vous dû à son volume, mais comme la base est très basique je pense que ça a bien fonctionné ensemble.
J'avais déjà partagé avec vous mon amour pour les chapeaux pendant toute l'année et donc je me suis lancée avec mon fedora rouge vif pour égayer cet ensemble.
Le sac est celui que j'adore prendre pour les promenades en famille il y a de la place pour tout vu qu'il est bien grand.
Et alors? Vous croyez toujours que les leggings en coton sont difficiles à porter tous les jours?
Moi j'avoue que je suis très tentée à acheter quelques paires de plus.


Como vos tinha dito aqui, após ser desafiada por uma amiga, andei a preparar uns quantos looks com uma peça-chave, leggings.
Adoro combinar esta peça com botas de cano alto e estas são sem dúvida uma escolha perfeita.
Desta vez decidi usar uma base neutra, totalmente preta para poder deixar outras peças como principais neste look. Tudo começou com este cardigan de malha grossa que eu adoro e que pode assustar algumas de vocês devido a ser voluminoso, mas como a base é justa acho que funcionou muito bem.
Também já partilhei convosco a minha paixão por chapéus durante todo o ano e por isso fui buscar o me fedora vermelhão com faixa preta para animar todo este conjunto.
A mala é aquela que eu adoro levar para passeios com a família, em que é sempre preciso mais qualquer coisa e graças ao seu tamanho posso ir sempre preparada.
E que tal? Ainda acham que leggings de algodão são assim tão difíceis de usar no dia-a-dia? Confesso que ando a pensar seriamente em investir em mais uns quantos leggings de algodão!













Chemisier/ Blusa: H&M
Leggings: H&M
Cardigan: Zara
Bottes/ Botas: Kiabi
Sac et lunettes/ Mala e óculos: Primark
Collier/ Fio: Ale Hop
Fedora: Mademoiselle Chic
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...