Este país "cor-de-rosa" que é a Suíça

Hoje, depois de tantos anos senti-me novamente gelada. Interiormente.
Há três anos decidi sair de Portugal, em busca de mais, de mais aventuras, de uma nova língua, de uma nova cultura. Não só por mim, mas sobretudo pelos filhos que pari.

A Suíça, a Suíça foi o país que escolhemos para nos acolher.
A Suíça, esse país que todos idealizam, que todos pintam de cor-de-rosa.
Esse país tão pobre mas com tanto dinheiro.

Hoje voltei a sentir-me congelada. Na reunião da escola do meu filho mais velho que está neste momento no sexto ano, fiquei a saber que no sétimo ano, aquelas crianças com idades entre os 12/13 anos verão o seu futuro alterado. Estas crianças apesar de passarem todas para o mesmo ano, serão divididas em dois grupos. Serão divididas com base na média que obterão no final deste ano. Ou seja, haverá um grupo de nível I, para quem tiver uma nota mínima de 5/6 e que poderão seguir um percurso dito normal com acesso a escolas superiores; universidades...
Se não obtiverem a nota de ouro 5 ou mais/6, irão para o grupo nível II, os burros, sim, aos olhos dos governantes deste país, são os burros.
É são os deste grupo II, que estarão destinados aos chamados CFC's que são tão reconhecidos no mundo, como os chamados cursos profissionais em Portugal. Que valem o quê? Zero. É isso, zero.
Isto faz-me lembrar a política da medicina no nosso país, médias altas que empurram os nossos estudantes para o estrangeiro e depois empregam adultos acabados de formar com médias muito mais baixas.
Se eu acho que estes adultos ou cursos são menos valorizados? Não! Nada disso.
O que eu acho crime é fechar portas a crianças. Sim, aos 13 anos ainda são crianças, com sonhos, sem planos profissionais e que deviam ter todas as portas, janelas e céu aberto para todas as oportunidades da vida.
Custa-me ver catálogos de crianças numa escola. Que impacto terá isto na vida destes futuros adultos? Serão estes catálogos que fazem deste país um dos países com taxas de suicídio tão altas?
Nunca gostei de catalogar as pessoas. Não mesmo.

Aos que sonham com a Suíça, desenganem-se. É um país muito bonito. É um país que oferece imenso para uma boa qualidade de vida e por isso foi considerado um país feliz.
Mas é um país pobre, muito pobre mesmo apesar de terem tanto dinheiro.

Eles catalogam quem querem e continuam a comprar os "miúdos de nível II que devido a estas políticas e catálogos estudam em países onde um 4,9/6 foi suficiente para serem todos iguais".

Hoje, hoje, dei por mim a pensar que país nos acolherá a seguir.


(Já agora, deixem-me dizer-vos que o blog não está parado, mas estou sem computador por isso é-me impossivel partilhar aqui os meus looks. Volto durante a semana. Para quem me quiser seguir de mais perto, estou no instagram @aplussizegirlwholovesfashion)

Spring? Autumn? LIFE!


Je me suis retrouvée à regarder ces bottes ainsi que quelques commentaires négatifs que j’ai reçu sur un groupe de filles rondes et... je me suis rendue compte de combien les femmes en général sont insatisfaites.
J’ai passé beaucoup d’années dans ma vie à jouer au football et à pratiquer des arts martiaux et donc même quand j’étais plus mince j’ai toujours eu les mollets plus larges que les filles féminines que je côtoyais.
Depuis que je m’intéresse à la mode, je cherche des bottes hautes et bien larges, oui, des larges. Je ne voulais pas des bottes qui collent à la jambe, ce genre là je trouve facilement, j’ai une paire que j’ai trouvé chez H&M et qui colle bien à la jambe vu qu’elle est élastique comme la plupart de ces modéles.
Je cherchais des bottes bien larges, froissées, tombantes pour l’effet négligé, comme dans les années 70/80, vous vous souvenez? Je n’avais jamais trouvé des bottes qui faisaient cet effet sur mes jambes bien larges.
Jusqu'à ce que Stéphanie Zwicky en collaboration avec le magasin Kiabi lance une collection de chaussures et accessoires destinés aux femmes rondes, comme moi.
J’ai essayé les bottes, elles étaient juste comme je les avais imaginé, très amples, un effet loose, négligé, parfaites pour l’effet que je voulais donner à une tenue. Elles étaient là! Ce ne sont pas de matériaux dit «nobles», ce genre de produit ne sera pas dans ma garde-robe. Dites ce que vous voulez, je suis mes principes et aux yeux de certains, ça peut paraître "cheap", ce n’est pas grave.
 Je préfère être pauvre mais heureuse dans mes actions.

Vous savez ces mélanges improbables? Shorts avec des bottes en plein été, des bottes hautes avec des robes plus légères? Voilà ce que j’ai décidé de faire parce que, comme je l'ai déjà dit un million de fois, la mode c'est pour moi de l'audace, de la liberté, c’est la vie!
Cette robe est dans ma garde-robe depuis quelques années déjà, elle devient de plus en plus large, mais elle reste l'un de mes amours. Transparente en haut, manches 3/4 et effet ballon, dans les couleurs des saisons à venir, bleu et bordeaux. Comme je l'aime cette combinaison de couleurs. Je suis amoureuse!
Un sac d’une couleur forte et quelques accessoires. Me voilà prête pour la petite balade du dimanche, les températures douces de cette saison. Oui, l'automne arrive doucement au milieu des montagnes.

***

Dei por mim a olhar para estas botas e para alguns comentários que recebi e a pensar no quanto as Mulheres em geral são/estão insatisfeitas.
Passei anos a jogar futebol e a praticar artes marciais, mesmo quando era mais magra sempre tive os gémeos mais desenvolvidos que as miúdas mais femininas com quem convivia.
Desde que me interesso por moda que procurei sem sucesso botas de cano alto largas, sim, largas. Não queria aquelas botas justas à perna, essas tenho um par da H&M que encontrei com facilidade pois por norma trazem elástico.
Queria aquelas botas largas que ficavam todas arrepanhadas, tão in nos anos 70/80, lembram-se? Nunca consegui encontrar umas botas que fizessem esse efeito nesta minha perna larga.
Até que... a Stephanie Zwicky em colaboração com a loja Kiabi lançaram uma colecção de calçado e acessórios a pensar em Mulheres gordas como eu.
Experimentei as botas, ficaram tal como eu havia desejado, largueironas mesmo, aquele ar loose négligé que eu tanto queria dar a um look. Ali estavam elas. Não são de materiais ditos "nobres", não são e no meu roupeiro peles de animais nunca entrarão. Digam o que quiserem, eu cá sigo os meus principios e se aos olhos de alguns é pareço "cheap", não faz mal, sou uma pobre feliz.

Sabes aquelas misturas improváveis? Calções com botas em pleno verão, botas de cano alto com vestidos mais ligeiros? Pois, foi isso que decidi fazer porque como já disse milhentas vezes, a moda para mim é ousadia, é liberdade, é vida!
Este vestido já tens uns dois anos no meu roupeiro, está cada vez mais largo mas continua a ser um dos meus amores. Transparente na parte de cima, de mangas 3/4 em balão e as cores das estações do ano que se aproximam, o azul e o burgundy. Como eu adoro esta junção de cores. Apaixonada!
Um saco de cor forte e alguns acessórios à mistura, estava pronta para o passeio de domingo, dia de temperaturas amenas. Sim, o outono está mesmo mesmo à porta por estas bandas.














Robe/ Vestido: H&M
Bottes/ Botas: Kiabi France
Ceinture/ Cinto: C&A
Sac/ Mala: H&M
Montre/ Relógio: One Watches
Collier/ Fio: H&M
Boucles d'oreille et Bague/ Brincos e Anel: Six

Just because...


Il y a des jours où j’ai envie d’écrire ici, sans ponctuation, sans explications, sans raisons apparentes… juste parce que! Mais je respire bien, je me calme et je conclus que ça ne vaut pas la peine.
Oui, parfois je laisse tomber la société.

Mais aujourd'hui, aujourd'hui j’ai envie d’écrire et pourquoi? Juste parce que. Je devais pas traduire ce texte, tout simplement parce que l’évènement qui m’a fait penser à tout ça vient d’une actrice brésilienne qui n’est pas connue dans les pays francophones.

Je ne comprends pas et je ne sais même pas si je veux comprendre. Qui? Quoi? L'attitude, les mots de l'actrice Betty Faria.
Pour ceux qui sont au Portugal ou au Brésil vous avez certainement lu l’interview qu’elle vient de donner et où elle dit "Je ne veux pas être une vielle grosse, je sens de la répugnance envers les femmes grosses."
Je l'ai lu cet interview, et la seule chose qui m'a bloqué, ce n’est pas le fait qu’elle parle des grosses, car des femmes grosses y en a beaucoup et j’en fais partie.
Ce qui m’a brisé le cœur, on dirait que je venais d’être poignardée c’est le mot « répugnance » - Oui, R.É.P.U.G.N.A.N.C.E !!!

Comment un être humain peut ressentir de la répugnance envers quelque chose ou quelqu'un simplement parce que ça ne rentre pas dans notre définition de beauté?!
Comment? Comment peut-on utiliser un mot tellement négatif pour définir un sentiment envers quelqu'un qui est juste différent?!

Je ne suis pas du tout une sainte, il y a des gens que je ne trouve pas beaux physiquement, que je trouve mal habillés et parfois même vulgaires, mais il est tellement rare que je me prête à ce jugement, et puis ce n’est que mon avis, un avis qui n’est pas une vérité absolue vu que ça ne regarde que moi. Et en plus, quand je vois quelque chose qui n’est pas à mon goût je me tais et j’avance,  je ne vais pas crier à voix haute ce que je pense en espérant que les autres se sentent mal.
C’est quoi l’objectif de ces gens avec des propos méchants? Rabaisser les autres?
Les gens ne comprennent pas à quel point ils peuvent influencer le bien-être des autres?! Est-ce qu’un jour cette société pourra comprendre combien les mots peuvent blesser?

Je suis fatiguée, fatiguée de gens comme ça. Fatiguée de gens qui apparaissent uniquement pour commenter quand ils n’aiment pas, et en plus des commentaires vraiment irrespectueux. En fait, pour eux être poli ne gère pas de buzz, ne les rend pas « connus ». Vous connaissez l’expression anglaise «Pussy » ? Voilà, ces gens c’est comme ça qu’ils voient les gens polis, qui donnent leur avis, même si négatif, poliment, où le respect est présent.

Parfois, je trouve que pour cette société de préjugés être gros au jour d’aujourd’hui c’est la même chose qu’un lépreux il y a quelques siècles en arrière. Toujours mis de côtés et un peu « les malades de la société actuelle ».

Si on vous demande pas votre avis dans la rue, vous insistez aussi à le donner ? Avec le même manque de respect et agression que sur les réseaux sociaux ?

Quand je serai vieille je ne veux qu’une bonne santé, de la liberté, de la sagesse et respecter les autres.

Parce qu'aujourd’hui, je veux juste être différente et continuer à être fatiguée de cette société de préjugés...

Il y aurait beaucoup à dire/écrire, mais... je me sen(tai)s fatiguée de tous ces préjugés!

***

Há dias em que eu me apetecia escrever aqui, sem pontuação, sem explicações e só porque sim. Mas depois acalmo-me e penso que não vale a pena. Sim, às vezes também desisto da sociedade.

Mas hoje, hoje apetece-me e porquê? Só porque sim. Não vou traduzir este texto, não me apetece. E também porque o que originou este meu desabafo foi uma atitude de alguém que nem sequer é conhecido do grande público de língua francesa.

Não entendo e nem sei sequer se quero entender. Quem? O quê? A atitude, as palavras da actriz Betty Faria.
Já todos devem ter lido por aí quando ela se lembrou de dizer "que tem repulsa por Mulheres gordas".
Li isto e a única coisa que me bloqueou não foi o ela falar de gordas, elas andam aí e eu sou uma delas. Aquilo que me entrou como uma facada pelo coração a dentro foi a palavra "repulsa". Sim, R.E.P.U.L.S.A !!!

Como é que um ser humano pode sentir repulsa por algo ou alguém pelo simples facto de ser diferente?!
Como? Como é que alguém pode usar palavra tão negativa para definir um sentimento em relação a alguém que é simplesmente diferente?!

Eu não sou santa nenhuma, existem pessoas que eu acho feias, que eu acho mal vestidas e às vezes até vulgares, mas é tão raro dar-me ao julgamento porque é uma opinião minha, um julgamento que é apenas meu e que difere de pessoa para pessoa. E mais, quando vejo algo que não é do meu agrado não ando para aí a gritar ao mundo na esperança de fazer com que os outros se sintam mal.
Qual é a necessidade desta gente de ser má? De rebaixar os outros?
Será que as pessoas não entendem o quanto podem influenciar o bem-estar dos outros?! Será que esta sociedade nunca entenderá o quanto as palavras podem magoar?

Estou cansada, cansada de gente assim. Cansada de gente que só aparece para comentar quando não lhes agrada mas nem sequer é dando a sua opinião educadamente, não, nada disso. É que ser educado não causa furor, não causa alarido. Ser educado é para os "conas".

Às vezes acho que ser gorda é para a sociedade preconceituosa o mesmo que ser leproso há uns séculos atrás.

Quando não vos pedem opinião na rua também a dão? E com a agressividade que mostram nas redes sociais?

Quando for velha quero ter saúde, liberdade, sabedoria e respeito pelos outros.
Porque hoje em dia só quero ser eu, diferente e cansada desta sociedade...

Haveria tanto para dizer, escrever mas... Cans(ei)o-me de tantos preconceitos!

Gaufres

Quand on choisit d'adopter un style de vie plus sain on s'imagine déjà en train de manger des choses sans saveur, sans couleurs et on se résume à des salades.
Comme je n'ai jamais voulu que ce soit un style de vie passager, j'ai décidé de chercher, inventer et mettre la main à la patte.
Aujourd'hui je partage avec vous une de nos recettes favorites pour les petits-déjeuners du weekend.

***
Quando optamos por um estilo de vida mais saudável damos por nós a imaginar refeições sem sabor, aborrecidas e resumidas a saladas.
Como nunca quis que este estilo de vida fosse algo apenas passageiro decidi procurar, inventar e por mãos à obra.
Hoje trago-vos uma das coisas preferidas dos nossos pequenos-almoços de fim-de-semana.

Color Run - The Happiest 5K


C'était le weekend dernier, le 12, à Lausanne (Suisse) que j'ai participé pour la première fois à la Color Run. Un parcours de 5km, appelés aussi les 5km les plus heureux de la Terre. Un parcours qui peut être fait en courant, en marchant, en dansant... en fait, comme vous voulez! Une course, fête pour tout le monde, dès les plus jeunes au plus âgés et même pour les personnes à mobilité réduite.
Une matinée merveilleuse, passée entre famille et amis. Nous avons couru, rigolé, sauté, joué, dansé et surtout, une matinée qui définit à la perfection mon idée de bonheur!
J'avais déjà fait une course de 7km, en 2012, une vraie course, quelque chose de beaucoup plus sérieux où je me suis vraiment mis au défi (à Lisbonne, connue comme la ville des sept collines, donc imaginez le parcours).
Mais celle-ci, celle-ci a été quelque chose de spéciale et à la fin on a eu droit à un concert hiper mega super coloré.

***

Foi no fim-de-semana passado, dia 12, em Lausanne (Suíça) que participei pela primeira vez na corrida The Color Run. Percurso de 5km, ditos os mais felizes de sempre. Percurso esse que pode ser feito a correr, a andar, a dançar... como quiserem! Uma corrida, festa para todos, dos mais pequeninos aos mais velhos passando por pessoas com mobilidade reduzida.
Foi uma manhã maravilhosa, passada entre familia e amigos. Em que corremos, rimos, saltámos, brincámos, dançámos e sobretudo, uma manhã que define na perfeição aquilo a que chamo de felicidade!
Já tinha feito uma corrida de 7km em 2012, corrida mesmo, uma coisa muito mais séria e em que eu me desafiei a cada passo (só de me lembrar da subida do Marquês de Pombal até ao Saldanha, prefiro logo mudar de pensamento).
Mas esta, esta foi muito especial e no fim ainda tivemos direito a um concerto hiper mega super colorido.
























Merci les filles!!!

French Curves Challenge - BOYISH


Il y a déjà quelques années que je suis de très près ces belles femmes rondes de la blogosphère française. Et c'est finalement avec un énorme plaisir que je participe pour la première fois au challenge mensuel des French Curves!
C'est Gaëlle, cette jolie femme qui a eu l'idée de ce challenge, qui a chaque fois nous pousse à sortir de notre zone de confort et à oser, car la mode c'est ça!

Et pour ce mois de septembre elle nous a lancé le défi de vous montrer une tenue BOYISH. 
J'avoue, quand j'ai reçu le thème, j'étais vraiment heureuse car ce style me parle et je me sens hyper mega sexy quand je m'habille comme ça.
Pour cette tenue, j'ai décidé de porter des escarpins vernis, un pantalon carotte noir, tellement "interdit" aux rondes comme le disent les "connaisseurs", une chemise blanche avec des paillettes au col pour habiller le cou vu que je ne porte pas beaucoup de bijoux, un blazer noir long de coupe droite, des bretelles et un chapeau fedora, ces derniers achetés au rayon homme du magasin H&M.

(Je sais que cette fois-ci il y a beaucoup plus de photos, mais vous me pardonnerez car cette tenue c'est un amour ancien!)

N'hésitez pas à aller sur notre page Facebook et partager avec nous votre version du style boyish.

***

Já há alguns anos que sigo de perto estas mulheres fantásticas da blogosfera francesa. E é com enorme prazer que participo pela primeira vez no challenge mensual das French Curves!
Foi a Gaëlle, esta mulher maravilhosa que teve a ideia deste challenge, que nos motiva sempre a sair da nossa zona de conforto e a experimentar coisas novas, afinal é isso a moda!
E para este mês de setembro ela lançou-nos o desafio de vos mostrar um outfit de estilo BOYISH.
Confesso, quando recebi o tema, fiquei mesmo feliz porque este estilo diz-me muito e eu sinto-me sempre hiper mega sexy quando me visto assim.
Para este outfit, decidi calçar uns sapatos pretos vernis de salto alto, umas calças "carotte", estremamente "interditas" a mulheres gordas como dizem os "conhecedores", uma camisa branca com uns brilhantes na zona do colarinho para vestir a zona do decote visto não estar a usar muitos acessórios, um blazer preto de linhas direitas, suspensórios e um chapéu fedora, estas últimas peças compradas na zona de homens da H&M.

(Eu sei que este post tem imensas fotos mas vocês perdoem-me porque este outfit é um dos meus amores antigos!)

Visitem a nossa página do Facebook e partilhem connosco a vossa versão do estilo boyish.


























Chemise/ Camisa: C&A
Pantalons/ Calças: C&A
Blazer: H&M Men
Bretelles/ Suspensórios: H&M Men 
Fedora: H&M Men
Escarpins/ Sapatos: Yendi Switzerland
Lunettes/ Óculos: Vogue
Pochette: H&M
Boucles d'oreilles/ Brincos: C&A
Bague/ Anel: Primark

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